ato falho

Com objetivo de curar minhas dores físicas (resultado da minha histeria), minha depressão disfarçada de preguiça e minha insônia crônica resultante do medo do abandono, comecei a fazer analise! 

Claro, resolvi fazer analise depois de ir ao psiquiatra e me entupir de remédios, depois de muitas bebidas alcoílicas e depois de muitas bebidas e remédios administrados conjuntamente.  

Demorei uns quatro meses pra ligar e marcar a primeira sessão.

Antes de ligar a duvida: O que eu falo? 

Enfim, posso dizer que tenho falado muito à quase 8 meses. 

Ninguém disse que seria fácil, e pode ter absoluta certeza de que não é!

As vezes eu falto, as vezes eu falo de filmes, programas de tv, desse blog… etc.

As vezes eu saio da sessão rindo, as vezes eu saio chorando, as vezes eu saio com raiva… não me lembro de ter saído feliz, mas tudo bem, me deixar feliz não é um dos resultados esperados! 

 

Enfim, a muito não sei o que é insônia, e isso me deixa feliz em certa medida. 

memórias – do tempo em que trocávamos cartas.

“Como explicar o que sentimos por você? Você com sua pequena ignorância, sua chatice, sua intolerância, sua arrogância nem sempre controlada, seu jeito de pensar contraditório??? Há não sabemos, só sabemos que não podemos viver sem você!!!”

26/03/2005

Carta de aniversário escrita pela Agatha e assinada pela minha mãe, e pelos amigos Fernando, Claudine … e pelo Dudu, que devia estar aprendendo a escrever nessa época.

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das perguntas sem resposta…

Comecei a semana indo ao cartório… seria cômico se não fosse deprimente!

Cartórios, assim como repartições publicas em geral, são lugares tristes… tenho certa pena das pessoas que trabalham nesses lugares!

Talvez, por isso, ser funcionário publico e/ou concursado, nunca foi uma possibilidade.

 

Enfim, isso não importa na verdade. O que eu queria dizer é que as vezes as pessoas me perguntam umas coisas que eu realmente não sei responder, e segunda-feira no cartório me fizeram a fatídica pergunta: – Qual sua profissão?

Sinceramente, eu não sei qual é minha profissão, e quando me pergunta isso, eu simplesmente penso em varias possibilidades de resposta, que provavelmente as deis em diferentes lugares…

De estudante à desempregada – Como se desempregada fosse uma profissão, mas quem nunca deu essa resposta, não é mesmo?!.

Estudante… sou estudante desde os 5 anos… como faz?! E mesmo assim, estudei tantas coisas diferentes e continuo estudando, e não pretendo parar nunca!

E o que dizer da tecnologia que nos permite ser tantas outras coisas, afinal de contas posso ser uma blogueira, já administrei mais de 10 blogs ao mesmo tempo… e só esse tem mais 6 anos…

E o que dizer sobre administrar, srsrsrsr

Na minha carteira de trabalho, hoje sou coordenadora administrativa, mas também já fui coordenadora de projetos, auxiliar de recursos humanos e até operadora de telemarketing, sem contar as diferentes anotações de estágios!

E os trabalhos não registrados?! Recreacionista, auxiliar de sala, vendedora etc…

Além dos dotes do lar… afinal de contas crescer com uma mãe machista faz de você uma excelente dona de casa! Sempre tive orgulho em dizer que ninguém lava um banheiro igual eu, na mesma medida eu tinha um profundo ódio em ter que conviver com dois homens que nunca lavaram os pratos em que comiam. (tratar na analise)

Cozinhar se deu com a necessidade de experimentar coisas novas, pois esse não foi um dote transmitido pelo sangue – minha mãe cozinha muito mal – quem já teve que comer seu macarrão bem sabe!

 

Não entendo profissão, e nem a necessidade que o mundo tem de termos que ter uma…

 

Era isso, obrigada.