CLAUJULÊ

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Jogos Cooperativos

 

Segundo post da seria "minhas sínteses da pós".

 

Pós Graduação em Jogos Cooperativos – UNIMONTE

Nome: Letícia Souza Tavares                     RA: 0912827

Módulo 2 – Jogos Cooperativos  

Profº Fábio Brotto

 

Síntese de Aprendizagem

O modulo 2 definitivamente foi um módulo muito intenso e cheio de sentimentos… Desde uma tranqüilidade acolhedora a picos de raiva e finalizando com auto-conhecimento, tudo isso em 3 dias.

Apesar de ser apenas o segundo encontro foi maravilhoso o Com-Tato que o Universo10 criou, acolhendo Todos de maneira integral.

A criação e o reconhecimento do Com-Trato, foi fundamental para nortear algumas necessidades básicas do grupo para mante-lo em equilíbrio, respeitando o espaço do outro.

  DC- Hei Hei Hei

Bom, como eu sou a mascote do Universo10, nesse momento a bola foi passada pra mim…

Porque eu parei a dança naquele momento??? Tava perfeito???

Não, não estava 100% perfeito, mas estava bom – tecnicamente falando –

Porque tecnicamente falando??? Por que o meu erro foi ficar olhando os joelhos das pessoas pra ver se tinha sincronia e não olhar nos olhos das pessoas! Logo, eu errava porque estava pensando focada nos joelhos e não conseguia me concentrar para acompanhar a musica e se eles me tinham como base eles erravam também… Mas infelizmente essa consciência só brotou depois.

Aqui e agora!

Foi muito bom ouvir a Fabulo do aqui-e-agora, depois disso o final de semana foi muito mais “sentido”. As coisas com certezas se tornaram mais intensas e com muito mais valor, por que houve muito mais atenção da minha parte com relação ao que está acontecendo – aqui e agora, com as pessoas que estão comigo aqui e agora e nesse momento. 

Estou “tentando” colocar em pratica o aqui-e-agora, porque definitivamente isso é uma coisa que não existia pra mim – principalmente a Letícia profissional, que faz um milhão de coisas ao mesmo tempo, passa pelas pessoas e nem as vê.

 

 

Par X ímpar e n° mágico, definitivamente não têm comparação.

É inevitável brincar de par ou ímpar e não lembrar dá infância, pelo menos pra mim, porque foi muito marcante, negativamente falando, porque eu nunca era a pessoa que tirava o par ou ímpar, eu sempre ficava pra ser escolhida e ninguém me escolhia, logo eu me tornava café-com-leite, o que pra mim definitivamente era o fim, ficando com raiva e com todos aqueles sentimentos que foram citados em sala.

Quando a brincadeira foi proposta eu achei um “Maximo”, porque eu ia tirar o par ou ímpar, ninguém iria fazer por mim e me deixar de fora, mas eu perdi as 3 vezes seguidas e acabei ficando de fora de qualquer maneira, e todos aqueles sentimentos voltaram. Já o número mágico foi imensamente prazeroso, brinquei com varias pessoas e ninguém perdeu nem foi excluído e muito menos se tornaram café-com-leite.

Enfim, depois de reconhecer e me martirizar, pelos sentimentos e atitudes que tive em algumas atividades, que poderiam ter sidos feitos de outra maneira, chegou o ponto auto do M2.

 

Travessia e se organizar por ordem alfabética.

 

                                                                                                                      

Sai transtorna da atividade, com muita raiva – raiva mesmo – . Depois da atividade o dia basicamente acabou ali.

Aquela gritaria, ninguém se escutava, ninguém olhava para a situação, demorou pra todos entenderem que o Leandro estava amarrado e que ele não ia poder se mexer, e as pessoas não entendiam porque elas não olhavam, não escutavam – não nada –

Quando nos fomos compartilhar: o que eu fiz que ajudou/atrapalhou?

Eu, se quer, sabia responder, porque eu acho que eu ajudei ficando em silencio, porque gritar no meio da gritaria não faria a mínima diferença, começar a movimentar as cadeiras??? de que maneira se ninguém me passava uma pra começar a fazer as coisas funcionarem!

O que eu fiz que atrapalhou??? Ficar em silencio, talvez???? =/

Enfim fui embora levando aquela raiva comigo, e sem entender o “porque”. E me martirizando mais ainda por sentir raiva, porque afinal de contas a atividade tinha sido tão significativa para algumas pessoas, porque não pra mim?! Mas as coisas acontecem de maneiras diferentes para cada um de nós!

 

Mas veio o domingo pra abrandar meu coração.

A atividade da Semente da cooperação foi fundamental para clarear algumas coisas que vinham me acompanhado desde do M1. Eu me senti “SER-HUMANO”, no sentido de que eu também cometo erros, que tem coisas que eu não sou capaz de fazer sozinha, que eu preciso de ajuda, e que não há mal nenhum em pedir ajuda e principalmente que primeiro eu tenho que ser cooperativa comigo.

Foi gratificando me sentir Humana, e depois disso toda aquela raiva foi embora.

A raiva, porque as duvidas permanecem.

De que maneira eu posso ser (mais) cooperativa? Será que eu estou sendo cooperativa? Será que eu aceito as atitudes cooperativas de outras pessoas comigo? E as pessoas, se sentem bem quando eu sou cooperativa com elas? Quando eu sei que há cooperação em determinada situação? Como ser cooperativo no ambiente de trabalho (competitivo) sem ser recriminado – as pessoa dizem que você é “puxa-saco” –

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Quanto mais eu penso, mais duvidas pipocam na minha cabeça, e eu vejo como Eu Sou uma pessoa competitiva – depois de ter tomado essa consciência, sinto que algumas coisas já estão mudando.

 

 

Trabalho com T&D corporativo na área comportamental, adoro o que faço, e de maneira geral, tento utilizar as atividades que realizamos no curso nas empresas onde prestamos serviços.

Claro, que quanto mais você lê sobre cooperação, pratica cooperação, muitas coisas mudam pessoal e profissionalmente.

As danças-circulares sempre estão presentes nos treinamentos que tenho o prazer de participar e facilitar, além de ir com certa freqüência aos parques de São Paulo, onde, todo domingo tem roda de DC.

Nesse mês (maio), tive o prazer de facilitar a atividade do – Eu gosto de você. Porque?/Eu não gosto. Quando?

Nós utilizamos (eu e minha gerente), essa atividade – com algumas adaptações – em uma equipe de gerentes.

Colocamos como objetivo para atividade o feedback coletivo e como tema a liderança – Eu gosto de você (com relação ao seu tipo de liderança). Porque?

Todos que concordam trocavam de lugar, e assim seguiu a atividade.

Era uma equipe muito boa e que atendeu ao objetivo da atividade sem ser agressiva, e eles também gostaram muito de utilizar essa maneira tanto para dar como também para receber o feedback, com relação ao seu trabalho.

 

 

Sinto que realizando e/ou compartilhando o meu aprendizado como forma de dinâmica/teoria sobre cooperação dentro de empresas competitivas é um forma de melhorar o mundo em que vivemos. Quando alcançamos (a empresa onde trabalho), bons resultados com uma determinada equipe temos o privilégio de trabalhar com outras equipes dentro da mesma empresa, e de certa maneira a cooperação vai se espalhando dentro do ambiente de trabalho. Claro que não é tão fácil como eu digo, porque da mesma maneira que tem a cooperação também tem a competição e ela se espalha de maneira muito mais rápida e intensa. Mas acredito que a mudança começa por mim, e quem tem que dar o primeiro passo sou eu. O primeiro passo para a cooperação em uma empresa pode começar por um departamento que tenha uma equipe bem-relacionado e que cooperativamente alcance os resultados esperados pela organização.

 

 

Nota de aproveitamento: 10

Por que 10? Essa nota 10 é ou foi porque acredito que alcancei o objetivo proposto. Sim, alcancei o objetivo, mas, com muitas duvidas, mas acredito que elas serão esclarecidas ao longo do curso.

 

Comentário:

Gostaria de finalizar a síntese, comentando um coisa que me deixou muito irritada – a limpeza do chão –  ou melhor o falatório sobre o chão.

Na sexta-feira, o fato do chão estar sujo, gerou toda aquela polemica, aquela falação e blá bláblábláblá

No domingo o chão estava tão sujo quanto na sexta-feira, e deitar no chão não foi problema pra ninguém!

Enfim, só queria comentar… convivência é uma coisa difícil.

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Comentários da docente:

"depois de riscar a minha síntese inteira fazendo inumeros questionamentos as considerações finais foram as seguintes:"

Letícia,

Gostei muito de sua síntese… Senti você presente nela!

Desejo que você continue vivendo intensa e plenamente com o jogo da sua vida!

Abração, Fabio.