amor perdido…

Por Heloisa Alencar

Nada vai adiantar meu choro, você partiu e isso não é nada fácil de aceitar.

O amor que sentia/sinto por você é muito grande…

Quantas vezes ficamos ouvindo as brigas dos meus pais e eu sempre virava pra você e dizia a mesma frase! Não sei o que vai se de mim daqui pra frente… sei que vai ser a mesma bosta! Vai ser tão ruim chegar da escola e não ver você no meio do caminho.

Sabia que um dia iria acontecer mais não pensei que seria tão rápido, queria ter coragem pra ver seu corpo – mais se sabe que sou meio fraca e iria passar mal – mais vou colocar uma carta e vou fazer como sempre fiz quando morria uma borboleta. Eu vou ficar bem talvez na segunda semana me acostume ou talvez fique louca de vez. Mamãe deu a noticia pensei que ela e o tio tinham brigado ou terminado mais foi isso que ela disse “Bem pior filha, o Cherry foi atropelado e morreu” Vá em paz meu amor 18.06.11.

E ontem você estava em cima do teclado tentando chamar minha atenção e tirei você umas mil vezes e hoje depois de chegar da festa junina te abracei, pelo menos ti dei adeus.

Se fosse o manobrista que tivesse ti matado ele estaria morto, mas não, foi só mais um burguês que passa que nem louco.

Seu corpo peludo e gordo não vai mais me aquecer nem ficar correndo de um lado pro outro se batendo em tudo. Sua foto tá simplesmente em todo lugar a partir de hoje, precisei perde pra dá valor. Eu te amo e saiba que nenhum outro gato vai substitui você não quero mais sofrer desse jeito. Chamei umas mil vezes o Odie de Cherry e até penteei ele com a sua escova de banho, ele também ficou triste pelo menos é o que parece.

Meu Cherry, meu vesgo, minha vida!

Hoje de noite fiquei um tempo acordada, pensei que iria escutar e seu miado e como de costume iria abrir a janela e ti pegar no colo – nada feito. Alguns vão pensar que” é só um gato”, e por isso, não é necessário tanto sofrimento, também estou tentando pensam nisso, que a morte é algo normal, mas eu preferia que meu sangue estivesse na roda do carro, pois talvez tivesse forças pra sobreviver!

Te vejo em todo lugar depois que mudei do interior pra capital.

Queria te enterrar nas roseiras que era aonde você gostava de ficar de tarde, mas mamãe disse que não vai ter espaço. Só vou te ver dentro do saco preto e nem tomado banho você vai – mais uma seção de choro e de patadas – se sabe que quando estou triste odeio ficar perto de alguém.

Segunda vai começar as provas e no meu estado se sentar pra ler o livro de história, vou lembrar que você ficava do lado esperando pra ti dar comida! Pelo menos o tio não vai reclamam que não cuidava de você, engraçado semana passada ele reclamou que vc tinha dormido em cima da barriga dele e hj queria que vc estivesse… Ah meu Cherry esqueci de ti contar: recebi um correio elegante de uma pessoa mt avulsa, o Souza – ele fica mt tenso de camisa xadrez, a katia comeu bolo de chocolate e eu fiquei 2h sem comida! O almoço de família talvez seja desmarcado, diz meu padrasto que não está no clima de festa – pelo menos vai economizar no vinho branco!

Seu espaço no pé da cama ficou do jeito que vc gosta – cheio de roupa -, o Odie não paro quieto – de certa forma tentou me ajudar, mais ocupo metade da cama!

É, boa noite meu amor, não vamos nos encontrar tão cedo tenho que resolver alguns problemas aqui, mais se ficar muito difícil, a frase que ti falava durante as brigas vai acontecer!

Meu padrasto estava colocando seu corpo dentro do carro, vc estava dentro de uma caixa enrolado com jornal, saímos a procura de aonde enterrar vc  -não foi na roseira – na verdade foi um lugar bem longe de casa. Enquanto o tio estava fazendo o buraco fiquei conversando com vc… quase fui de pijama, mais mamãe pediu pra trocar, estava toda de preto e sem sapato, eu abri a caixa e ti vi, já estava fedido, queria passar a mão em vc e ficar beijando sua boca mesmo com a mamãe dizendo que dá doença.

Nenhuma palavra foi trocada no carro, meus pensamentos estavam confusos queria voltar pra casa e dormir sono profundo. Coloquei a cartinha e a flor que vc gostava de comer – proximo domingo eu vou estar lá parada olhando minha sombra… o tio quer comprar um cachorro daqueles pequenos feios e chatos, minha vontade era de ter mais um gato, mesmo sabendo que ele pode morrer atropelado.

Quando cheguei em casa, me segurei para não gritar Cherry cadê vc ? E olhei para todos os lugares que vc ficava, espero que não tenha ficado com raiva do tio, por ter te colocado em um buraco pequeno – é que não pode enterrar, tem que mandar lá pra um negocio da prefeitura e eles iriam te jogar em qualquer lugar. Eu te amo e mt.

Os Três Mal-Amados

O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome.

O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos.

O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirinas, minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina.

O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos.

Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina.

O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água.

O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome.

O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel.

O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés.  Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso.

O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.

O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.

João Cabral de melo Neto

#002

Carne nova no pedaço sempre gera um interesse na população local!

Em menos de um mês você já havia se tornado amigos de todos os meus amigos… e eu nem sabia quem era o forasteiro.

Confesso que você me ganhou em menos de 5 minutos – atitude é tudo nessa vida, não é mesmo!?

Estávamos todos conversando sobre a baladinha do final de semana, e eu fazendo a linha indecisa – “ah não sei se vou!”

Imediatamente você me surpreendeu me pegando pelo braço e dizendo “você vai e eu vou ficar com você lá”  – ah como você  era metido, se achando a última coca-cola do deserto…

Eu ri da sua cara, lógico! Afinal de contas, quem você pensava que era pra falar comigo daquele jeito – quem manda sou eu, ok?

Dias se passaram e eu – linda – fui pra noite!

Você não chegava nunca e a cada segundo eu ficava mais irritada e me achava a pessoa mais ridicula do mundo. “eu não deveria ter vindo… mas eu vim pra me divertir, não foi por causa dele” – eu era a confusão mental em pessoa, até que você chegou!

Você – só sorrisos.

Eu – cara de blase te olhando por cima dos óculos! (ps: com borboletas no estômago)

Eu já era sua – Meu primeiro namorado, quem diria, hein?!

Ficamos uns 8 meses juntos, esse período não compreendeu o mês de junho e dia dos namorados nunca tive!

feliz dia dos namorados!

#lovesongs

Dia dos namorados…
O que dizer desse dia tão “romantico” e irritantemente feliz!
Sim, a uma certa dor de cotovelo de minha parte, confesso.
Apesar de hoje ser oficialmente o dia dos namorados, posso dizer que todo esse clima “loves in tre air “contamina” toda a semana que o precede.
Os shoppings ficam lotados de pessoas, como em todas as datas comemorativas, homens invadem às lojas de sapatos e bolsas e as mulheres, por sua vez, se embriagam nas lojas de roupas e perfumes – ambos saem com grandes sacolas nas mãos e com grandes sorrisos nos lábios.
Outros, ansiosos que não aguentam esperar ate o final de semana já começam a se encontrar e se “pegar” uma semana antes, onde estiverem – na rua, na chuva, na fazenda… na plataforma do trem, no busão… mãos, bocas, risadinhas – enfim um show de horror com direito a coraçãozinhos em cima de suas cabeças… bobos de amor!

feliz dia dos namorados!

no recreio

“essa aula é minha hora do recreio!”

“[…] Em caso de poemas difíceis use a dança. A dança é uma forma de amolecer os poemas endurecidos no corpo. Uma forma de soltá-los das dobras dos dedos dos pés. Das vértebras dos punhos. Das axilas. Do quadril […]”
(Viviane Mosé)

Definitivamente esse foi o elogio mais delicioso que recebi após focalizar uma “dancinha”.

Todas as terça-feiras durante uma hora, vcs (minhas “alunas” dançantes) também me proporcionam essa “hora do recreio”!
Meu dia fica alegre, meu sorriso se abre, meu corpo flua, meu coração desacelera… Fico presente no aqui e agora.
Ofereço a vocês a melhor versão de mim mesma!

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No ano passado escrevi esse texto (abaixo), para minha monografia que seria sobre danças circulares, mas acabei por mudar tema e nunca voltei a mexer nele, mas nunca parei de dançar – a dança me mantém no meu eixo. a dança sou eu e é a minha paixão!

A Dança

“Quando eu nasci / eu já dançava” Mario de Andrade

A dança é a arte mais antiga que se conhece. Sempre se dançou. A dança, quando no seu surgimento, era uma atividade grupal, voltada para cerimônias religiosas de adoração aos deuses. Gravuras e pinturas de vários momentos da história da humanidade descrevem as divindades, que eram representadas por animais ou elementos da terra (sol, fogo etc); a dança também é citada na bíblia, como forma de “reverenciar” ao “Senhor”.
Também se dançou para colher, guerrear, em cerimônias fúnebres e de nascimento, ritos de iniciação etc.
Que todos os povos dançaram não há duvidas. Os povos possuem suas tradições, crendices e superstições que se transmitem através de lendas, contos, provérbios etc. As histórias desses povos também foram representadas por danças. Da-se as danças folclóricas.
As danças folclóricas existem em quase todos os países do mundo. E no inicio dos anos 60, Bernhard Woisen, viu nas danças dos povos a possibilidade de encontrar a sabedoria e uma forma mais orgânica de representar seus sentimentos.

Danças Circulares Sagradas

As Danças Circulares Sagradas reúnem antigas formas de expressão de diferentes povos e culturas. Somam-se a elas, hoje em dia, novas criações, coreografias, ritmos e significados próprios do homem inserido na realidade atual. Elas nos contam histórias curiosas e nos trazem significados variados de acordo com suas origens. Compartilham passos conhecidos por diversas nações e resgatam outros não menos criativos. Espalham a vida e a cultura de outras épocas.
Elas chegam de todas as partes do mundo trazendo aquilo que têm de mais belo, como as melodias delicadas dos pastores dos Bálcãs, os movimentos do preparo da terra nas danças da Bulgária, a alegria e os passos saltitantes dos Gregos, os rituais religiosos dos povos indianos e as tradições culturais dos ciganos. Dançadas em círculos em sua maioria, também são encontradas na forma de linha, cruz ou espiral. Mas é mesmo de mãos dadas, que a dança acontece.

O Sagrado na Dança

SAGRADO?
Esse termo é um tanto quanto estranho de início, pois ele é normalmente relacionado à religião.
Na verdade a dança se torna Sagrada a partir do momento em que os participantes entram em contato com sua essência. Assim percebemos que o Sagrado também passa a ser parte de nós, o que nos faz muito bem e nos aproxima de nós mesmos!
As danças foram denominadas Sagradas por Bernhard Wosien porque expressam e, nos fazem experimentar a sabedoria da alma dos povos e suas qualidades espirituais, e Wosien acrescenta também, que são “conteúdos da nossa própria alma”, pois temos esta prática impressa em nosso DNA.
Podemos afirmar que as emoções que surgem a partir do movimento proposto em cada dança, as mãos dadas no círculo e o apoio do outro na roda, ajudam a reconhecer o Sagrado que há em cada um de nós.

Bernhard Woisen

No início dos anos 60, Bernhard Wosien, bailarino clássico e coreógrafo alemão, procurava uma forma corporal mais orgânica de expressar seus sentimentos e se encantou pela espontaneidade da dança popular e a possibilidade de encontrar nelas a sabedoria dos povos ancestrais. Decidiu então, se aprofundar nessa forma inteira de trabalhar a expressão corporal, onde havia encontrado um estado espiritual pleno e um caminho para a unidade.
Seus primeiros passos foram em direção aos velhos costumes dos povos do leste Europeu, onde iniciou um trabalho de pesquisa das Danças Folclóricas Tradicionais. Seu interesse nas formas e nos símbolos o levou ao aprendizado do simbolismo e do significado dessas danças, muitas delas coletadas em aldeias e campos, onde pessoas simples dançavam juntas como uma forma de comunhão. Seu desejo então se transformou diante da possibilidade de manter vivas as raízes dessas danças que estavam sendo esquecidas, e, assim, resgatar o valor espiritual de cada uma delas. Neste trabalho, ele vivenciou a alegria, a amizade e o amor, tanto para consigo mesmo como para com os outros. Descobriu que a dança de roda possibilita uma comunicação sem palavras e mais amorosa entre as pessoas. Wosien somou a essas danças uma série de outras que foram coreografadas por ele, todas inspiradas no resultado de sua pesquisa.
Em 1977, conheceu Eileen e Peter Caddy, fundadores da comunidade escocesa da Fundação Findhorn (www.findhorn.org), e recebeu um convite para implantar nesta comunidade as danças de roda e as danças circulares européias. Surgia assim o movimento das Danças Circulares Sagradas, uma retomada das antigas formas de expressão de diferentes povos e culturas. Desde esta época, centenas de danças estão sendo incorporadas a esse conjunto de danças que se espalhou pelo mundo todo, estando hoje presente em mais de 20 países. Atualmente já existem muitos outros focalizadores espalhados por estes países e também muitas danças contemporâneas já foram incluídas neste cenário.

No Brasil

No Brasil, as danças começaram a ser difundidas no início da década de 80, no Centro de Vivências Nazaré (www.nazareuniluz.org.br), localizado em Nazaré Paulista, interior de São Paulo por Sarah Marriot. Sarah morava em Findhorn, comunidade escocesa, e a convite do Centro de Vivências Nazaré, trouxe toda sua experiência de educação holística da Comunidade de Findhorn e, como não poderia faltar, trouxe também as Danças Circulares Sagradas. A partir da década de 90, essas danças começaram a sair dali para o resto do país. Em 1994, Renata Ramos começou a oferecer cursos de Dança e ao mesmo tempo foi estreitando sua ligação com a Comunidade de Findhorn, possibilitando um intercambio maior na difusão das mesmas aqui no Brasil.
Um ano depois, na 1ª Clínica de Jogos Cooperativos, organizada por Fábio Otuzi Brotto e realizada na Universidade de São Paulo – CEPEUSP, as Danças Circulares Sagradas experimentaram sua expansão. Muitas pessoas perceberam que ali estava o início de um trabalho com grande potencial para trazer ao indivíduo uma consciência de si mesmo e do outro de uma forma bastante enriquecedora.

Fetiche…

da mercadoria!

Prezados leitores, venho por meio deste blog, expressar minha imensa indignação com um fato que ocorreu a algumas horas a trás.

Prova de Sociologia

Faça um texto comentando a frase de Marx no O Capital:

“Esse caráter fetichista do mundo das mercadorias provém, como análise precedente já demonstrou, do caráter social peculiar do trabalho que produz mercadorias.” p.71

Enfim, fiz o texto comentando a frase em uns 15 minutos, no máximo, e fui entregar a prova para professora. Ao som de alguns  “já”, expressado por alguns amigos, a professora me diz (sem ler a prova):

Professora – Não é possível que você tenha terminado! Isso é insuficiente!

Eu – Mas professora, vc nem leu minha prova?!

Professora – Mas eu sei que é insuficiente, senta lá e escreve mais.

Eu – Professora eu escrevi o que eu sei, qlq coisa a mais que eu escreva será “encheção de linguiça”.

Professora – isso mesmo, é pra encher liguiça! 

(Fiquei literalmente de queixo caido, após essa resposta! Sem reação e indignadissíma, voltei para o meu lugar e escrevi esse texto que vcs estão a ler. )

Orás… que porra é essa! Que tipo de ensino é esse que te avalia pela quantidade de linhas escrita e não pelo conteúdo?!

Se fosse pra fazer um resumo do livro, pedisse: “faça um resumo da obra de Marx, O Capital.”

Após trinta minutos sentada olhando pra cara dela, um amigo termina sua prova e entrega. Ela olha pra minha cara (que não estava simpática), e faz um sinal pra eu ir até lá entregar a minha avaliação.

Professora – vc não escreveu né?!

Eu (com um tom de voz um pouco alto, confesso!) – Desculpa professora é que o Marx não quis baixar hj e eu não fui capaz de psicografar mais nada, desculpa!

Assinei a lista e fui embora, com a trilha sonora, das risadas, dos meus coleguinhas de sala!

Contudo, espero que Marx Noel saiba que eu li seu livro inteiro e ainda fiz dowload, de um artigo comentado, sobre o fetiche da mercadoria, e com isso considere a imensa possibilidade de me presentear com muitos produtos produzidos por propriedades privadas, que aumentam de maneira significativa seu D em D’ com essa deliciosa “surruba” de valorização do valor de forma magnífica, que só existe no sistema capitalista em que vivemos.

Viva a revolução!