#017

Estaria eu com borboletas no estômago?!

Depois de tudo que disse e fiz, acho que esse seria o momento ideal para a vingança de todos os meus amigos, que sempre jogaram na minha cara, que quando minha hora chegasse eu iria engolir cada palavra (e racionalidade), pronunciada ao longo desses anos.

Ah, “esses moços, pobres moços”…

Não darei o gosto da vitória que vocês esperam há anos!

Aqui me mantenho firme!

“Tudo penso e nada falo”… talvez esse seja um dos sintomas do amor – a falta de ação!

Nada falo, nada faço, nada, nada e nada.

Que medo é esse?!

Que como todo medo, congela e ata?! E cada dia me faz perder o que nunca tive?!

Essa agressividade dissimulada, que a cada segundo me afasta de você, e evidência toda essa minha fragilidade, minha insegurança…

Nego trinta vezes se necessário for!

Assim você se torna mais um texto e menos um amor…

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